A Diferença Entre os Estilos de Enredo Literários

19/04/2018
Navegando pelo instagram esses dias me deparei com uma postagem que explicava a diferença entre Young Adult e New Adult - o que é minima, para dizer bem a verdade - devido a isso resolvi ir mais a fundo e pesquisar um pouco mais sobre alguns estilos de enredos literários. Apesar de uma amante de leitura eu não sou lá muito ligada nisso de estilo, acho que pelo simples fato de eu focar basicamente em um gênero, alias, nota importante - gênero literário são as classificações dadas aos livros como romance, fantasia, ficção e afins enquanto estilo de enredo esta mais ligado a faixa etária do publico-alvo - então não confundam gênero e estilo, ok?! Confesso que apesar de conhecer alguns dos termos não sabia exatamente o que significavam e acho que a partir de agora vai ficar mais fácil de diferenciar, estou tentando sair da minha zona de conforto literária e olha que tem dado certo. Agora, que tal partimos para os diferentes estilos de enredo?
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Middle Grade (8 a 12 anos) - é o que conhecemos como "infanto-juvenis", aquele que transita entre a infância e a adolescência. Esses livros são narrados em terceira pessoa e possuem protagonistas com idade entre 10 e 13 anos. Não contem violência, insinuações sexuais, uso de drogas entre outros. Podendo conter uma leve incitação romântica. Os personagens não são muito auto-avaliativos, e focam mais na família e amigos. Finais felizes são o comum. ⠀
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Young Adult (12 a 16 anos) - no literal, seria "jovem adulto", são livros conhecidos por se passarem no período do ensino médio, com personagens entre 15 e 18 anos que são os narradores das histórias. São livros com grande presença dos pais e dos amigos, e focam muito no emocional do personagem, na autodescoberta e em novas experiências. Os personagens são mais auto-reflexivos e o romance quase sempre está presente, além de haver uma certa visão do mundo, ou a visão que ele tem do mundo, alem de geralmente retratarem assuntos polêmicos e comuns que os adolescentes enfrentam como bullying e homossexualidade. ⠀⠀
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New Adult (16 a 18 anos) - conhecido como jovem adulto, nesse estilo os personagens são mais independentes, geralmente estão na faculdade e tem entre 18 e 25 anos. Os livros trabalham muito com o romance e com a jornada do personagem ao entrar na vida adulta e ter que conciliar sua vida pessoal com profissional. Aqui, além das fortes relações românticas, começam a surgir as relações sexuais. A violência também está mais presente, porem nada muito especifico ou detalhado, dando enfase maior aos romances avassaladores e improváveis.
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Adult (18 anos pra cima) - a diferença entre um new adult e um adult esta relacionada aos personagens, que obviamente já são adultos e se relacionam com outros adultos. São livros com uma complexidade maior, uma maturidade mais explícita. Geralmente, não há nenhum pudor quanto a sexo, violência ou uso de drogas.⠀⠀
É importante ressaltar que isso não são regras, mas o "mais comum" conhecido. Talvez você conheça essas diferenças de outra forma e que tal me contar? Vou adorar saber o que vocês sabem, alem claro do que acharam do post.


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Mal feito, feito!

Cinco Coisas Que Sinto Falta

18/04/2018
O tempo passa e tudo muda, crescemos, caímos, levantamos, erramos aprendemos tudo em prol de um desenvolvimento único e complicado, desapegar não é fácil e também não é a melhor parte da vida, deixar para trás algo que lhe faz bem e que você adora é cruel muitas das vezes e não podemos nem dar uma ultima olhada, se soubesse que crescer era necessário sofrer teria demorado mais, brincado mais, teria dado mais risadas, teria pulado mais corda, mais amarelinha, mais elástico, teria brincado mais de casinha, teria me balançado por mais tempo naquele balanço velho na ultima arvore do quintal, teria sido criança.

O tempo vai passando e o que nos resta é apenas a saudade, daquilo que um dia fomos, vestígios de um passado alegre, risonho e como vários bolos de barro, guardados na memoria, perdidos por entre os compromissos do dia-a-dia, uma pequena trilha de pegadas de barro pela casa. Caímos então em uma nostalgia grande e constante repleta de "porquês" e de "não acredito nisso", pensamos analisamos e nunca chegamos a nenhuma conclusão, pelo contraria a falta daquilo que um dia nos pertenceu só faz aumentar. 

A falta de pular corda com as amigas até o sol se pôr, como se no outro dia não pudéssemos mais fazer aquilo, a vontade era tão grande que não queríamos parar, parecia que se parássemos, nunca mais poderíamos fazer novamente. A falta poder tomar banho de chuva por opção não porque o momento o fez, poder pular nas poças, rir, jogar água pra cima com uma simplicidade que só aquilo podia nos proporcionar, um momento único, mesmo que nos rendesse broncas depois, era maravilhoso. Nos faz sentir falta de poder dormir até tarde sem nenhum problema, sem ter preocupações, de poder continuar absortos em nossos sonhos, sem ter hora pra levantar para não se atrasar e que a unica coisa que nos importava era acordar a tempo de ver nosso desenho favorito. Sentimos falta das tarde com esqueceram de mim onde riamos tanto com as travessuras do menino que chega doía a barriga, e ainda rolava aquele lanche maravilhoso da mamãe, ficávamos mais feliz ainda. E claro sentimos falta das amizades, tão pura e verdadeiras que era até difícil de acreditar, topávamos qualquer briga umas pelas outras, fazíamos festas do pijama, brincávamos de casinha e estudávamos, a melhor parte era a pureza, a sinceridade, o juramento de ser amigas para sempre, mesmo hoje sabendo que não era verdade.

O tempo deixa marcas, trilhas e cicatrizes permanentes, nos deixa saudade de um tempo que foi nosso e que deveria ter durado para sempre, de pessoas que deveriam ter ficado para sempre, com o passar dos anos percebemos que o sempre não existe, e que ninguém é como diz ser, que magoas se fazem necessárias e que só há duas formas de se aprender algo, no amor ou na dor, agora por qual delas aprender isso só cabe a você escolher.

[H.P.]: Hogwarts, Uma História

16/04/2018

Não é segredo para ninguém que sou Potterhead de coração e mais que assumida, sei que vão dizer que a saga chegou ao fim e que não há mais o que se descobrir, mas acredito que estão enganados, uma saga como Harry Potter nunca tem fim, sempre há algo novo surgindo, novos fãs que nascem, novas historias, adaptações, quando se fala do mundo da magia sempre surge algo novo. Sempre pensei em uma forma de demonstrar o meu amor, de transmitir aos demais fãs como eu o conhecimento que tenho, isso não faz de mim uma pessoa especial, ou diferente, e mesmo que tudo que eu diga aqui noventa por cento dos fãs já saibam, nunca é demais e sempre haverá alguém que não saiba daquilo, ou daquela outra coisa, pensando nisso resolvi tomar coragem e abrir uma espacinho no VDM para dedicar a essa paixão chamada Harry Potter, a esse mundo que muitos já quiseram pertencer. E para começar com chave de ourou eu trago a história dessa escola que esconde vários segredos e que está sempre de prontidão para ajudar que precisa dela, Hogwarts.

Há cerca de mil anos ou mais, existiam quatro grandes feiticeiros, famosos e acima de tudo amigos, que compactuavam de um mesmo sonho, um mesmo proposito, um mesmo desejo, uma mesma esperança educar jovens feiticeiros longe dos olhares dos muggles (trouxas, pessoas que não possuem poderes mágicos - preconceituosamente chamadas de sangues-ruins pelos sangues puros da Slytherin). Assim eles criaram a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Cada um dos quatro bruxos valorizava uma virtude própria nos jovens que pretendiam formar, motivo pelo qual levou cada uma a formar sua própria casa.

Godric Gryffindor criador de Gryffindor (Grifinória) admitia só os valentes e ousados. A bela Rowena Ravenclaw das ravinas criadora de Ravenclaw (Corvinal) prezava os mais inteligentes. Salazar Slytherin criador da Slytherin (Sonserina - minha casa do coração) aceitava só os jovens bruxos de sangue-puro. E por sua vez Helga Hufllepuff criadora da Hufflepuff (Lufa-Lufa) acreditava nos alunos aplicados e merecedores da admissão na escola, admitindo-os em sua casa. 

Enquanto vivos eles separavam do grande conjunto seus favoritos, mas como selecionar os melhores depois que tivessem partido? Foi Godric Gryffindor que encontrou a solução, tirando seu próprio chapéu da cabeça e dotando-o de cérebro para que por eles o chapéu pudesse assim selecionar os alunos.


E então criou o Chapéu Seletor, assim Hogwarts apenas alvorecia e os fundadores dessa nobre escola pensavam que nunca iriam se separar. Unidos por um único objetivo em comum, acalentavam o mesmo desejo, ter a melhor escola de magia e bruxaria do mundo e transmitir seus conhecimentos, "juntos construiremos e ensinaremos" decidiram os quatro bons amigos, que jamais sonhavam um dia se separarem. Pois onde encontrar amigos como Salazar e Godric a não ser em outro par semelhante como Helga e Rowena. Então como alguém poderia ter na ideia que toda essa amizade iria um dia fraquejar? Suas diferenças eram visíveis e evidentes, mas elas pouco importavam no inicio, assim as casa e seus idealizadores mantiveram a amizade firme e fiel.




Hogwarts trabalhou em paz e harmonia por vários anos, mas então uma discórdia se insinuou, nutrida por falhas e medo, as casas que eram os quatro pilares, tinham sustentado o seu ideal voltaram-se umas contras as outras e divididas procuram dominar, a principio pareceu que a escola encontraria um triste fim. Os duelos e lutas eram constantes, alem dos embates entre amigos. Salazar queria ser mais seletivo quanto aos alunos admitidos em Hogwarts, vendo que não poderia ir contra os outros três amigos ele acabou por sair da escola. Apesar de a briga ter cessado, todos ficaram muito abatidos com o fim principalmente Godric, Helga e Rowena, as coisas nunca mais voltaram a ser como eram antes.




Seculos se passaram e Hogwarts continua a existir para ensinar a todos os dotados de magia. A instituição de ensino é a mais famosa da Europa, pela educação de qualidades e as suas 142 escadas que vivem mudando de lugar embora fraqueje em períodos de crise, ela nunca estará fechada para os amigos e aqueles que necessitam aprender. A planta simbolo de Hogwarts é cultivada nas redondezas e seu tema principal vindo do latim é:
" Draco Dormiens Nunquam Titillandus"- Que significa "Nunca Provoque um Dragão Adormecido"





Notas de Rodapé:
  • Existe uma pena magica que registra em um livro todos os nascidos que possuem dons mágicos, para assim quando completarem onze anos recebam suas cartas e ingressem na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Atualmente esta pena pertence a Profª. Minerva MacGonagall.
  • Hogwarts, Uma História é um dos livros mais famosos da literatura bruxa, suas mais de mil paginas traz toda a historia de criação e desenvolvimento de Hogwarts, desde os encantamentos do teto do salão comunal a eletricidade. Traz fatos históricos também como o torneio tribruxo de 1792 onde os participantes saíram feridos de um ataque do Basilisco, outra historia que o livro traz a criação e abertura da câmara secreta por Salazar Slytherin, alem de muitos outros fatos.

Imagens - Pottermore

Transbordei Em Mim

10/04/2018
As vezes é difícil deixar a imaginação me guiar, mesmo em meio a meras palavras borradas em uma folha amassada de papel me sinto fechada e sem coragem de dizer tudo o que realmente anda preso aqui dentro. A verdade é que já faz um tempo que não sei mais quem eu sou e muito pouco entendo o que caminho que venho trilhando ao decorrer dos longos dias que ando enfrentando. Eu sei parece depressivo. Mas acredite, não é. Deixo-me guiar por entre palavras entaladas na garganta e sufocadas por um sorriso forçado que insisto em colocar nos lábios todos os dias, mesmo sabendo que as pessoas a minha volta já não acreditam mais nele. Nem eu acredito. Me sinto ainda mais sozinha a cada novo dia que surge, sem vontade ou interesse de sair da cama, me pego olhando para um teto manchado e me perguntando quando aquela infeliz rotina terá um fim. Eu sei que cabe a mim decidir. Mas não quero, essa é a verdade. Gostaria que ao menos uma vez na vida tudo se resolve sem que eu tivesse que interferir em algo.

Desabafo. É o que parece esse texto, mas no fundo não passa de mera palavras jogadas entre batidas rápidas de teclas empoeiradas e uma pressa em desafogar o que parece estar prestes a transbordar dentro de mim. Já teve a sensação de derramar para dentro e não para fora? Não queira, se nunca teve, é como cair em um lago negro no meio da noite, sem ninguém para te socorrer, você sente a água gelada entrar por sua boca e narinas e tomar conta de todo o seu corpo, te sufocando por dentro. Estou cheia. Quase derramando para ser sincera. Mas não que isso vá mudar algo ou resolver alguma coisa, a verdade – sou cheia de verdades, já notaram? – é que a gente derrama meio corpo e volta para debaixo da torneira que é a rotina desgastante que nos envolvemos por mero comodismo. Derramar meio corpo. Deu para entender? 

A cada dia que passa me sinto mais presa a mim mesma. Faz tanto tempo que não tenho uma boa conversa que tenho a sensação de estar desaprendendo a falar. Vê se pode? Loucura, eu sei, mas é assim que me sinto. Me sinto sozinha em meio a imensidão de pessoas a minha volta, como uma rádio fora de sintonia e abandonada que ninguém mais ouve. Essa é verdade. Escrevo porque ninguém me ouve. Ou finge não ouvir. Nem eu quero me ouvir às vezes, as mesmas lamúrias e desencontros de sempre. Assim como a total falta de vontade de fazer tudo diferente. Como eu disse estou transbordando, então não espere nada de mim nesse instante e nem nos próximos...sei lá quanto tempo. Não sei quando serei eu de novo, se é que isso é possível, provavelmente quando conseguir derramar meu meio corpo já serei uma nova pessoa como a mesma imensidão negra e sufocante de sempre. Isso é possível? Teremos que descobrir não é mesmo.

No fim as palavras se tornam clichês e repetitivas como uma professora ensinando alfabeto para uma turma. Ficamos só no falar ao longo dos anos e nos acomodamos em não fazer nada. Apenas sonhamos e esperamos que a solução caia do céu como uma forte chuva que surge na calada da noite. Um dia me disseram que eu colocava muito de mim em minhas palavras e que isso era perigoso, como se eu me perdesse a cada novo texto. Por um tempo deixei de ser assim e senti que me perdi de mim no meio dessa transição e olhem só, nunca mais me achei. Não sou mais aquela garota de 2010 que começou a escrever para desafogar o turbilhão em seu peito no velho Tumblr. Me senti retraída por um tempo e ainda me sinto assim, às vezes só consigo aliviar o peso quando jogo palavras sem nexo num velho papel ou até mesmo num rascunho do nosso eterno Word. Só assim tenho a sensação de que me acho e de que sei quem sou naquele momento. Uma garota que no auge dos seus vinte e tantos anos que se encontra numa encruzilhada entre seguir a vida em prol dos outros ou em prol de si mesma. Perdidas entre realidade e sonhos. Afogando-se em si mesma. Se transformando numa grande e negra imensidão sem fim.

[HP]: Meu Patrono no Pottermore

08/04/2018








Saber qual o seu patrono é o sonho de qualquer fã de Harry Potter e estudante de magia, quando o Pottermore nos deu essa opção, eu não perdi tempo é fui correndo saber qual era o meu. O Mastiff ou Mastim Inglês é uma raça canina oriunda do Reino Unido que descende de cães molossos antigos. Veem-se desenhos egípcios com seus ancestrais datados de 3000 a.C. Conhecidos como cães de guarda, são considerados excelentes guardiões e cães de família. A raça de cães mastiff existe na Inglaterra desde a Idade Média e chegou a ser extinta do país após a Segunda Guerra Mundial. Foram então importadas diversas linhagens deste cachorro, criando o padrão que conhecemos hoje. É um cão de família paciente e tranquilo, extremamente leal e protetor com aqueles que ama, tendo uma postura cautelosa com estranhos, isso é tão eu (risos). O Pottermore não trás um textinho bonito sobre o nosso patrono, mas a queen J. K. nos mostra uma descrição da importância de se ter um patrono.
O Patronus é o mais famoso e difícil encanto defensivo. O objetivo é produzir um guardião ou protetor prateado-branco, que toma a forma de um animal. A forma exata do Patrono não será aparente até que a magia tenha sido conjurada com sucesso. Um dos mais poderosos feitiços defensivos conhecidos pelos feiticeiros, o Patronus também pode ser usado como um mensageiro entre magos. Como pura e protetora concentração mágica de felicidade e esperança (a lembrança de uma única memória de talismã é essencial em sua criação), é a única magia eficaz contra os Dementadores. A maioria das bruxas e bruxos não conseguem produzir patronos e isso é geralmente considerado uma marca de habilidade mágica superior. Algumas bruxas e bruxos podem administrar um Patronus incorpóreo, que se assemelha a uma massa ou vapor de fumaça prateada. Em alguns casos, uma bruxa ou bruxo pode optar por produzir um Patrónio incorpóreo deliberadamente, se ele ou ela quiser disfarçar a forma que geralmente toma (Remus Lupin, por exemplo, tem medo de que seu Patrono corpóreo ceda demais). O Patrono incorpóreo não é um verdadeiro Patrono e, embora dê proteção limitada, não pode fornecer o poder defensivo do Patrono corpóreo, que tem a forma e a substância de um animal.

O encanto do patrono é um dos mais antigos encantos e aparece em muitos relatos de magia primitiva. Apesar de uma longa associação com aqueles que lutam por causas elevadas ou nobres (aqueles capazes de produzir Patronos corpóreos eram frequentemente eleitos para altos cargos dentro do Wizengamot e do Ministério da Magia), o Patronus não é desconhecido entre os magos das trevas. Embora exista uma crença amplamente difundida e justificada de que um mago que não é puro de coração não pode produzir um Patrono bem sucedido (o exemplo mais famoso do retorno do feitiço é o do mago das trevas Raczidian, que foi devorado por vermes), algumas raras bruxas e magos de moral questionável conseguiram produzir o encanto (Dolores Umbridge, por exemplo, é capaz de conjurar um gato Patronus para se proteger dos dementadores). Pode ser que uma crença verdadeira e confiante na correção de suas ações possa fornecer a felicidade necessária. Entretanto, a maioria desses homens e mulheres, que ficam dessensibilizados com os efeitos das criaturas das Trevas com as quais eles podem se aliar, consideram o Patrono como um feitiço desnecessário em seu arsenal.

Nenhum sistema confiável para prever a forma do Patrono de um indivíduo jamais foi encontrado, embora o grande pesquisador do século XVIII de Feitiços, o professor Catullus Spangle, expusesse certos princípios que são amplamente aceitos como verdadeiros. O Patronus, afirmou Spangle, representa aquilo que está oculto, desconhecido, mas necessário dentro da personalidade.
"Pois é evidente", escreve ele, em sua obra-prima "Feitiços de defesa e dissuasão", "... que um humano confrontado com um mal desumano, como o Dementador, deve recorrer a recursos de que ele ou ela talvez nunca tenha precisado, e Patrono é o eu secreto desperto que permanece adormecido até ser necessário, mas que agora deve ser trazido à luz ... '
Aqui, diz Spangle, está a explicação para o aparecimento de patronos em formas que seus conjuradores não esperariam, para os quais nunca sentiram uma afinidade particular ou (em casos raros) sequer reconheceram. Lantejoula é interessante sobre o assunto dessas bruxas e bruxos incomuns que produzem um Patrono que assume a forma de seu animal favorito. Acredito firmemente que tal Patrono é um indicador de obsessão ou excentricidade. Aqui está um mago que pode não ser capaz de esconder o seu eu essencial na vida comum, que pode, de fato, desfilar tendências que os outros possam preferir esconder. Seja qual for a forma de seu Patrono, você seria aconselhado a mostrar respeito e, ocasionalmente, advertir para com uma bruxa ou bruxo que produza o Patrono de sua escolha.

A forma de um Patronus pode mudar durante o curso da vida de uma bruxa ou bruxo. Há casos conhecidos da forma do Patronus se transformando devido ao luto, ao enamoramento ou a mudanças profundas no caráter de uma pessoa. Assim, o Patronus de Nymphadora Tonks muda de um coelho jack para um lobo (não um lobisomem) quando ela se apaixona por Remus Lupin. Algumas bruxas e bruxos podem ser incapazes de produzir um Patrono até que tenham sofrido algum tipo de choque psíquico. É comum, mas não inevitável, que um Patrono assuma a forma de um animal comumente encontrado no país natal do lançador. Dada a sua longa afinidade com os humanos, talvez não seja surpreendente que entre os patronos mais comuns (embora deva ser lembrado que qualquer patrono corpóreo é altamente incomum) sejam cães, gatos e cavalos. No entanto, todo Patronus é tão único quanto o seu criador e até mesmo gêmeos idênticos são conhecidos por produzir Patronos muito diferentes.

Patronos extintos são muito raros, mas não desconhecidos. Estranhamente, dada sua longa conexão com a feiticeira, os Patronos da coruja são incomuns. O mais incomum de todos os possíveis Patronos são criaturas mágicas como dragões, Thestrals e fênix. Nunca se esqueça, porém, que um dos patronos mais famosos de todos os tempos era um rato humilde, que pertencia a um lendário jovem bruxo chamado Illyius, que o usava para deter um ataque de um exército de dementadores sozinho. Enquanto um patrono raro e mágico, sem dúvida, reflete uma personalidade incomum, não se segue que é mais poderoso, ou terá maior sucesso em defender seu lançador.

Via - Pottermore




Me conte qual sua casa e seu patrono, vou adorar saber.
XOXO!

Estou Sufocando

04/04/2018


A verdade é que esta um enorme caos aqui dentro. Faz tempo que não sei mais quem sou e muito menos o que estou fazendo, ou tentando fazer. A verdade é que o mundo se mostrou mais cruel do que eu imaginava e mais difícil de se lidar. Tudo é difícil. Clichê eu sei, mas o que posso fazer se me sinto num eterno filme de drama? 

Sorrir todos os dias dói. Sinto como se eu não passasse de um robô para o mundo, sem direito a problemas e muito menos dias de altos e baixos. Preciso ser perfeita perante o mundo, devo ouvi-los. Sem falar. Devo assentir. Sem criticar. Devo chorar em silêncio. No meio da noite, como o vento que assovia por entre as árvores na madrugada. Sozinha.

Está tudo um caos aqui dentro. Me sinto quebrada. Em farelos. Já tive tantos remendados que não há mais o que consertar. Esse deveria ser o fim. "Não se abata por uma dificuldade" sussurra o mundo, mas o que não entendem é que não há mais o que abater por aqui. Com calma junto os cacos que de mim caíram e coloco em um pote. É preciso mantê-los os um pouco mais, mesmo já o sentido transbordar.

Mais um fim que se aproxima e para no meio do caminho. São tantos iniciados e tão poucos terminados. Sinto que às vezes só sei começar e não tenho aquela força para terminar. Ou melhor, não há coragem. Coragem é o que me falta. Fé é que ainda me levanta. Fé de que um dia os fins acontecerão, fé de que um dia não haverá mais cacos, fé de que um dia o caos vire calmaria sem fim. Que tudo que transborda de mim deixe de me afogar. Fé de que nada mais me sufoque. Fé de que a fé foi o que me manteve.