Aos Olhos do Artista Oleg Oprisco

19/06/2018

Oleg Oprisco é um fotógrafo ucraniano de 23 que nos presenteia com fotografias surreais sem efeito digital algum. Aos 16 anos ele aceitou um emprego de assistente de laboratório de fotografia analógica em uma pequena cidade chamada Lviv na Ucrânia, a partir de então ele começou a criar fotos surreais com mulheres que parecem ter saído de um conto de fadas ou vinda de um dos mais belos sonhos, você deve estar se perguntando o que o diferencia dos outros artistas? Bem essa é a parte interessante, ele usa apenas uma Kiev 6c e uma Kiev 88, câmeras de filme fotográfico dos tempos de escola.



Cenários, roupas das modelos, maquiagem tudo é pensado, programado e feito pelo fotografo, que vai anotando suas ideias em um caderninho, a ideia é montar a cena perfeita sem precisar editar depois e convenhamos que ele consegue, não é mesmo?

"Eu cheguei a conclusão que esta técnica era a ideal para quem faz tudo sozinho. Eu planejo um conceito, crio as roupas, look, maquiagem e também escolho o local", explica Oleg, que continua: "Antes de fotografar, planejo o esquema geral de cores. De acordo com a paleta escolhida, eu selecionar as roupas, adereços, localização, etc. Sempre me certificando de que tudo que estiver envolvido com o ensaio tenha uma única gama de cores."


"Cada uma das minhas fotos é uma cena da vida real. Essa é a fonte perfeita de inspiração para mim.", disse o fotógrafo Oleg.
Ele ainda reforça dizendo para os aspirantes a fotografia para: "Largue seu emprego e vá fotografar... se você acha que realmente é isso que quer fazer, faça", disse ele. "A liberdade, felicidade, dinheiro... enfim, tudo isso vem com o tempo se você deixar a coisa toda fluir e fotografar como se não houvesse uma manhã!"




As fotos de Oprisco são simplesmente surreais, que bos faz embarcar no mundo da fantasia e doas sonhos, cenários fies e com um grama de corres maravilhosos, vale a pena conferir todas essas fotos e ficar sonhando com elas.


Para conferir mais fotos surreais de Oleg Oprisco acesse seu site oficial Oprisco e se deixe encantar.

Fotos e Aleatoriedades

10/06/2018
Tenho tirado bastante fotos nesses últimos dias, mas para ser bem sincera guardo a maioria para mim ou deixo armazenada no flickr, mas entrando nessa vibe de friozinho de domingo a tarde resolvi trazer algumas para vocês. Todas foram tiradas com um Moto G 5S e editadas no Lightroom, então não é nada profissional apenas algumas fotografias de bolso.





 
 


 






 






Interferências, Connie Willis

05/06/2018
Sinopse - "Combinando humor e romance, Connie Willis, ícone da ficção científica, entrega um livro envolvente sobre os perigos da tecnologia, do excesso nas redes sociais e... do amor. Em um futuro não muito distante, um simples procedimento cirúrgico é capaz de aumentar a empatia entre os casais, e ele está cada vez mais na moda. Por isso, Briddey Flannigan fica contente quando seu namorado, Trent, sugere que eles façam a cirurgia antes de se casarem — a ideia é que eles desfrutem de uma conexão emocional ainda maior, e que o relacionamento fique ainda mais completo. Bem, essa é a ideia. Mas as coisas acabam não acontecendo como o planejado: Briddey acaba se conectando com outra pessoa, totalmente inesperada. Conforme a situação vai saindo do controle, Briddey percebe que nem sempre muita informação é o melhor, e que o amor — e a comunicação — são bem mais complicados do que ela esperava. Mais complicado do que ela esperava."


Titulo - Interferências
Autor (a) - Connie Willis
Editora - Suma
Paginas - 464
ISBN - 9788556510570
❤❤❤❤




Briddey trabalha em uma empresa de celulares, a Commspan que é concorrente da Apple e precisa inovar cada vez mais em tecnologia. Mas há rumores de que a Apple vai lançar um produto que vai acabar com a Commspan e eles precisam correr para oferecer um celular melhor e com um serviço completamente inovador. Se namorado Trent também trabalha na Commspan e é um dos homens mais desejados, como na empresa todo mundo sabe da vida de todo mundo, logo surge um alvoroço quando eles planejarem fazer um EED. Trent está totalmente apaixonado por Briddey e está ansioso para que ela possa sentir isso, eles conseguiram consulta com um dos médicos mais requisitados da área e se surpreenderam ao serem notificados de uma vaga que surgiu de última hora. Então resolvem fazer a cirurgia sem que ninguém saiba e só revelariam depois que estivessem conectados.

A família de Briddey não sabe respeitar a privacidade de cada um e se intromete na vida dela constantemente, além de importuná-la inúmeras vezes durante o dia através de quaisquer meios de comunicação existentes. A família não gosta de Trent, e por isso ela ainda não sabe como contar que vai fazer, ou melhor, que fez o EED com ele, um procedimento cirúrgico que é capaz de aumentar a empatia do casal e permite que percebam os sentimentos um do outro.
A primeira impressão que o leitor tem ao iniciar Interferências é de um livro chick-lit. Ou seja, uma comédia romântica daquelas típicas da Sessão da Tarde, mas como nem tudo é o que parece, logo percebemos que o livro não bem o que aparenta. Connie foi extremamente habilidosa na escrita de Interferências e, apesar de todo o jeito descontraído da escrita, Interferências é muito, mas muito mais do que uma comédia romântica. Uma escrita em terceira pessoa com o foco na Briddey e em sua visão de mundo, o livro tem uma escrita veloz e dinâmica. Os diálogos são explosivos e repletos de referência pop. Mas, todas elas são bem tranquilas de pegar e até algumas do universo geek. Aqueles diálogos pá-pum, com retomadas inteligentes e comentários sagazes. Diálogos que quando você parava para analisar eram geniais e possuíam várias camadas que só entendíamos depois que a informação era processada.

Briddey é a primeira a fazer o procedimento e quando acorda tem uma surpresa, além de não estar conectada emocionalmente ao seu namorado ela ainda é capaz de ouvir os pensamentos de outra pessoa! Ela fica assustada, não sabe o que está acontecendo e começa a criar algumas teorias. Mas C.B. tenta acalmá-la e diz que vai ajudar.

C.B. Schwartz é um esquisitão que trabalha no subsolo da empresa, ele é um gênio e tem sempre ótimas invenções de aplicativos para os celulares, mas ele é contra o uso excessivo de tecnologia e tentou convencer  Briddey a não fazer o EED porque poderia ter consequências indesejadas. C.B. diz a Briddey para não contar a ninguém que eles estão se comunicando telepaticamente porque o Trent pode achar que o EED só deu errado por ela estar emocionalmente envolvida com o C.B. e não com ele, ela também não pode contar ao médico porque ele pode querer fazer exames e dizer que ela é louca. Enquanto isso, ela precisa driblar as investidas de Trent para saber se ela já está sentindo alguma emoção que ele está enviando e, ao mesmo tempo, tentar encontrar um meio de desconectar-se de C.B.
Uma das genialidades presentes neste livro é a troca de gêneros que a autora faz diversas vezes no decorrer da história. O que começa como uma comédia romântica se transforma em um suspense e depois em uma trama de espionagem industrial com leves toques de ficção científica. Na hora em que o leitor se acomoda com o jeitinho doce e gentil dos personagens vivendo mil trapalhadas, a autora nos dá uma rasteira e transforma a leitura em algo tenso. A maneira como vamos nos sentindo cercados o tempo todo por pessoas que querem tomar os poderes telepáticos para eles é sufocante. Fora aquela família agoniante que ela tem, eu teria surtado de imediato, confesso. É como se a Connie tivesse nos jogado em um compactador e fosse fechando as laterais pouco a pouco até nos deixar sem saída. E no final temos uma trama de espionagem industrial interessante onde os personagens acabam precisando se virar para resolver o problema.

Por ser uma obra extensa – são mais de quatrocentas páginas, Interferências acaba se arrastando em alguns pontos, principalmente na segunda parte da história. Diversas situações meio que se tornam repetitivas e não seria prejuízo nenhum se a autora tivesse suprimido muitos dos capítulos em torno da confusão em que se encontram os personagens. Contudo, a diversidade desses personagens e seus estilos cômicos e paranoicos, que nos cativam facilmente, acaba compensando os trechos mais lentos.
Mesmo tendo em mãos uma temática que permitia ir bem além e produzir uma grande obra de ficção científica, é fato que Connie Willis optou por entregar aos seus leitores um livro mais leve e descompromissado. Interferências é uma leitura para divertir e lá no fundo provocar um certo incômodo em nos imaginarmos em situações semelhantes. Vale a pena e vocês não vão se arrepender. Esse foi um livro lido em parceria com outras colunistas do blog Coisa da Juu, que você pode conferir aqui em baixo. AH! Não deixe de me contar se já leu e o que achou do livro, mas se você ainda esta pensando em lê-lo vale a pena colocar na listinha do bem.
Conheça os blogs participantes do projeto Pequenos Vícios | Blog Coisas da Juu | Tudo que Motiva | Estante 450 | Eu, humana e infinita

[H.P.]: Godric Gryffindor

04/06/2018


Gryffyndor surgiu de um pântano que agora é conhecido com Hollow, em Godric uma pequena vila de West Country, Inglaterra, dai surgiu Godrc´s Hollow a cidade onde Harry e seus pais viviam antes de Voldemort matá-los e tentar matar a Harry, onde o feitiço acaba ricocheteado e "matando" Lord Voldemort por assim dizer. De acordo com a escritora J. K. Rowling, Godric é descrito como o melhor duelista de seu tempo e um grande lutador pelos direitos dos trouxas, há quem conte que Godric seria nascido-trouxa, é descrito pelo chapéu seletor como "o valente Gryffindor das charnecas", ele acreditava que qualquer pessoa com habilidades magicas e bravura deveria ser aceito em Hogwarts.
"Para Gryffindor os valentes eram prezados acima de todo o resto; (...) Casa onde habitam os corações indômitos. Ousadia e sangue-frio e nobreza destacam os alunos da Grifinória dos demais"
Mas seu melhor amigo Salazar Slytherin, tinha uma ideia diferente, para ele o ensino da magia deveria ser restrito aos integrantes de famílias inteiramente de bruxos, não admitia que nascidos trouxas ou mestiços fizessem parte da escola o que contrariava as concepções de Godric e dos outros dois fundadores. Slytherin saiu da escola deixando uma câmara secreta com um Basilisco dentro.

Godric era apaixonado por Rowena Ravenclaw, no entanto Salazar também era apaixonado pela jovem, dai outro motivo para rivalidade entre Grifinória e Sonserina (talvez eles não fossem tão amigos assim no final).

Quando Hogwarts foi criada, o fundadores criaram as quatro casa de Hogwarts eles escolhiam os alunos para as casas conforme suas personalidades e características o que levou o fundadores a pensarem em como fariam isso apos sua morte, foi então que Godric Gryffindor teve a ideia de utilizar um Chapéu Seletor, que na verdade era seu próprio chapei de bruxo que ele havia dotado com um cérebro. Cada um dos bruxos o enfeitiçou para que absorvesse um pouco de cada uma de suas personalidades e características e assim todos os alunos que vieram apos da morte dos fundadores são escolhidos através de Chapéu seletor.
"Algumas vezes o chapéu leva em consideração o desejo do bruxo [veja por exemplo o próprio Harry Potter, que quase foi mandado para a Sonserina devido a parte de Voldemort que reside nele (assunto para outra hora)]"
Feita por duendes, tendo uma lamina magica que absorve somente o que lhe fortalece, repelindo sujidades, a Espada de Grynffindor tem um punho cravejado de rubi onde está escrito o nome de Godric Gryffindor. Só um verdadeiro membro da Grifinótia é capaz de manuseá-la , é também a unica arma capaz de destruir as Horcruxes , devido ao fato da espada ter absorvido o veneno do Basilisco em a Câmara Secreta. Aparece pela primeira vez em Harry Potter e a Câmara Secreta onde é usada por Harry para matar o Basilisco e no ultimo livro Harry Potter e as Reliquias da Morte, onde é usada na destruição das horcruxes de Voldemort.

Nome: Gryffindor (Grifinória).
Fundador: Godric Gryffindor.
Simbolo: Leão (que representa a coragem e a lealdade).
Cores Oficiais: Vermelho e ouro (que representam o elemento fogo).
Diretor Responsável: Minerva McGonagall (professora de transfiguração).
Fantasma: Nicholas de Mimsy-Porpington (mais conhecido como Nick quase sem cabeça)
Localização do Salão Comunal: No sétimo andar, sua entrada é guardada pelo quadro da mulher gorda. Para entrar basta dizer a senha escolhida no começo do ano letivo.
Uniforme de Quadribol: Vermelho
Citação:
"Quem sabe sua morada é a Grifinória, Casa onde habitam os corações indômitos. Ousadia e sangue-frio e nobreza Destacam os alunos da Grifinória dos demais."

Campeão da taça de Quadribol de Hogwarts nos anos de 1984, 1993, 1995 e 19963, o time de quadribol da Grifinória é um dos mais tradicionais times da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, descantando-se como uma equipe de jogo justo e talentoso, detém juntamente como time da Sonserina o maior numero de títulos de equipe de quadribol da era. Na equipe destacam-se os apanhadores Carlinhos Weasley e Harry Potter, estes tendo conquistado campeonatos consecutivos para a Grifinória na década de 90.
Notas de Rodapé

- Nick quase sem cabeça faleceu em 31 de outubro de 1492, com nada mais do 50 machadas no pescoço como contam, curiosamente o seu pescoço fica preso por um único nervo, por isso se tornou conhecido como Nick Quase sem Cabeça.
- Griffo um animal fantástico cujo corpo era metade águia (que representava a justiça) e metade leão (que representava a força).
- Importante: se vocês procurarem imagens dos fundadores em qualquer site que exista irão ver que existe varias versões, ou seja, existem vários Godric Gryffindor, então eu procurei o que tivesse mais a ver com as características descritas pela a autora.

Mal feito, feito!!

05 Coisas Que Não Podem Faltar na Minha Bolsa

01/06/2018
Por onde quer que eu vá ela está sempre comigo. Seja uma bolsa ou uma mochila, elas estão sempre ali nas minhas costas contendo tudo que preciso. Pois bem hoje é sexta-feira e dia de Projeto 52 Semanas então aqui estamos nós novamente. O tema era "05 coisas/produtos que não podem faltar na sua bolsa/necessaire" e dai cada uma adapta ao seu estilo. Acreditem ou não para mim maquiagem é só batom, se eu estou de batom, estou maquiada. Vai entender né - risos - pensando nisso resolvi adaptar o tema para algo que eu sei que combinaria mais comigo e que faria mais sentido, se é que me entendem. Durante a semana eu troco de bolsa diariamente, afinal trabalho durante o dia e a noite vou para faculdade e preciso ficar revezando, então na hora do almoço eu sempre troco a bolsa pela mochila mas ambas estão sempre equipadas com o que eu preciso, então chega de blá blá blá e vamos a listinha.

Fones de Ouvido
Essa é uma coisa que não pode faltar de jeito nenhum na minha bolsa ou mochila, tanto que tenho dois e deixo cada um em uma para não correr o risco de ficar seu ouvir minhas musicas preferidas ao decorrer do dia.

Livro
Tenha sempre um livro a mão é o que dizem e não discordo viu, sempre carrego comigo o livro que estou lendo, assim posso sempre dar uma espiadinha nele enquanto estou no ônibus ou durante meus intervalos.
vez

Sketchbook
Lembro que logo que entrei na faculdade de PP umas das primeiras coisas que ouvi foi "tenha sempre um caderninho á mão para anotar suas ideias" e bem como sou a louca dos cadernos tenho sempre um comigo, para anotar uma ideia legal, escrever um texto que provavelmente não vira para blog, ou até mesmo fazer uns rabiscos que chamo de desenho de vez em quando.

Caneta
Se tem caderno tem que ter caneta não é mesmo, ainda mais quando você precisa ir ao banco, aquelas canetas de lá nunca funciona, já repararam?? 

Lixa de Unha
Quem tem unha grande sabe bem como é chato quando ela começa a lascar, é sinal de que vai quebrar logo, por isso sempre carrego uma lixa comigo, ela é minha salva-vidas em dias complicados.

Bem essas foram algumas das coisinhas que não podem faltar na minha mochila/bolsa, e vocês o que sempre carregam no seu dia-a-dia, contem aqui para mim vou adorar saber.
Participantes:Karen Moraes | Letícia Calisto | Estante 450 | My Sad Songs | Debinha Blaz | Camila MoraisVale da Unicórnia | Black Hair | Puro Charme | Blog Trendy | Achei por aí | Inventando Moda Jéssica Magarão | Coisas de Aline Ribeiro | Fuja dos Stress | Fernanda Oliveira | Jessica LorenaAmandicas | Charmosas Ideias | Nicole Trevisiam
 Mal Feito, Feito!

Se Importar é a Maior Hipocrisia

28/05/2018
A vida tem dessas peças, essas que te pegam de surpresa e te tiram do chão na maioria das vezes mesmo não sendo sempre as melhores. Acontece que ao longo desses vinte e seis anos aprendi que espera demais dos outros é um caminho sem volta e um tiro no escuro, afinal nem sempre recebemos de volta aquilo que enviamos aos outros. Esses dias me peguei pensando em tudo que passei em relação a amizades e bem percebi que minha experiência não foi lá a das melhores, parte por culpa minha e outra pelo fato de as pessoas não saberem lidar com os outros e eu pensando que não sabia lidar com pessoas. Pois bem nos últimos anos vi mais pessoas indo embora do que ficando realmente e não sei ao certo há que se deu tudo isso afinal, no fim decidi para de me importar e aceitar que se entregar é estar propenso a ser deixado independe da situação. 

Estranho julgar a todos desse jeito, se é que se pode chamar de julgamento, porem no fim tudo que buscamos é nossa paz de espirito mesmo que para isso seja melhor nos esquentar no vazio de nossa solidão. Amigos. Uma palavra tão pequena com um peso muito grande, aprendi a contar nos dedos com quem realmente posso contar e me surpreendi com a resultado. Definitivamente estamos sozinhos em meio a multidões de pessoas que se perdem em meio a redes sociais e vidas perfeitas afim de fugirem de quem realmente são. Quem são? Bem isso não cabe a mim dizer, só posso concluir que percebi que essa não era a vida, ou o meio ao qual eu queria pertencer. 

Já fui dessas que coloca a mascara da perfeição todos os dias e sai como se tudo fosse normal. Talvez eu ainda faça isso, mas de uma forma diferente. Prefiro a mascara da indiferença afinal você saber o que se passa comigo não vai amenizar o peso muito menos a dor em alguns casos. As vezes dói devo dizer, mas aprendi que faz parte e mesmo sabendo o fim que alguns relacionamentos podem levar me pego acreditando que “dessa vez será diferente”, como u disse “se envolver é estar propenso a ser abandonado”. Abandono. Acho incrível o talento que algumas pessoas tem de ligar o foda-se para você mas quando você ligara para elas soa como se o mundo tivesse acabado, aquele velho clichê hipócrita “pense em você em primeiro lugar” e quando o faz te tratam como a rainha má de Branca de Neve. Hipocrisia. Uma palavra pesada de uma dura realidade, mas o que posso fazer se é assim que sou, se é assim que vocês são. Se importar é a maior hipocrisia que podemos cometer e nossa maior virtude também, afinal lá no fundo ainda somos humanos e gostamos de acreditar no melhor do outro mesmo que ele não mereça as vezes. 

No fim somos refém do acaso e heróis do destino. 

Destino esse que podemos mudar quando bem quisermos, mas que já se esta escrito a muitos anos, vai entender não é mesmo. Tudo se transforma em palavras afinal, palavras de dor e decepção. Palavras sem caráter ou qualquer credibilidade. Palavras. Nos resumimos a isso, palavras sem alma e seu coração. Como se falar com a alma fosse se expor de uma forma que não gostaríamos de ser conhecido. Nosso segredo. Nossa podridão. Tudo ficou confuso, eu sei, mas só que as vezes sinto essa vontade crescente de sair escrevendo tudo que vem a cabeça como uma forma de aliviar a pressão da água que cai aqui dentro, na esperança de não transbordar qualquer dia desses, pois no fim é assim que vivemos, como medo de que tudo venha a tona sem que tenhamos a chance de se preparar.